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VCDS: 4 motivos para você não usar no Volkswagen do seu cliente

VCDS Volksvagem

Sumário

Se muitos de seus clientes possuem veículos da Volkswagen, é provável que você já tenha oferecido ou planeje oferecer o VCDS como solução para ativar funções muito procuradas, como o ajuste de módulos elétricos e as câmeras de ré. 

Durante muitos anos, o VCDS foi visto como a principal ferramenta para a codificações e ajustes em carros do grupo VW. No entanto, o cenário mudou. Os veículos Volkswagen evoluíram significativamente em termos de eletrônica, integração de módulos e segurança, enquanto o VCDS permaneceu essencialmente preso a uma lógica antiga, altamente técnica, trabalhosa e arriscada para quem vive da prestação de serviços.

O problema é que muitos lojistas continuam utilizando o VCDS por hábito ou por acreditarem que, por se tratar de um carro Volkswagen, essa seria automaticamente a ferramenta mais indicada. 

Na prática, essa escolha pode gerar erros de codificação, perda de funções, retrabalho, riscos ao veículo do cliente e prejuízos diretos para a reputação da sua loja. 

Neste artigo, vamos explicar por que você não deve usar o VCDS, não apenas em veículos Volkswagen, mas em praticamente todas as marcas atuais

Ao longo dos próximos tópicos, você vai entender quais são as principais desvantagens do VCDS, especialmente quando comparado a soluções mais modernas, seguras e pensadas para o dia a dia comercial da loja, como o CustomEasy da Faaftech. 

Continue a leitura!

O VCDS depende da codificação manual e aumenta o risco de erros

Um dos principais problemas do VCDS para Volkswagen é que ele é uma ferramenta que, por ser baseada em codificação manual, depende de um profundo conhecimento em eletrônica automotiva, arquitetura de módulos e lógica de codificação. Na prática, isso significa que qualquer ajuste exige extrema cautela e pode culminar em erros.

Para o lojista, esse cenário representa um risco constante. Um simples erro de codificação pode desativar funções importantes do veículo, gerar falhas em módulos interligados ou até causar mensagens de erro permanentes no painel. 

Nesse caso, além do retrabalho, também há o impacto direto na confiança do cliente, que muitas vezes não entende o que aconteceu, mas associa o problema à loja.

Opções mais condizentes com as necessidades atuais do condutor, como o CustomEasy, eliminam a necessidade desse conhecimento técnico tão profundo, oferecendo configurações guiadas, seguras e validadas, o que reduz drasticamente a chance de erros. 

Assim, você consegue entregar resultados com muito mais tranquilidade, sem depender de longos estudos ou do medo constante de “quebrar” alguma função do carro.

O VCDS apresenta limitações técnicas frente às novas gerações de veículos Volkswagen

Um dos principais problemas do uso do VCDS para Volkswagen está na sua dificuldade de acompanhar a evolução tecnológica dos veículos mais novos da marca. 

Os sistemas eletrônicos cada vez mais integrados e as constantes atualizações de software tornaram os carros muito mais sensíveis a intervenções externas e, nesse cenário, o VCDS passou a operar com limitações claras.

Isso acontece porque o VCDS foi desenvolvido em um contexto técnico diferente do atual. Muitas codificações que funcionavam em modelos mais antigos hoje são bloqueadas, instáveis ou simplesmente não se sustentam após uma atualização de sistema. 

Em alguns casos, a ferramenta até permite a alteração inicial, mas o veículo reverte automaticamente a configuração, gera falhas ou apresenta mensagens de erro no painel.

Isso significa retrabalho, tempo perdido e, pior, risco de problemas futuros para o seu cliente. Um carro que volta à loja com falhas eletrônicas após uma codificação compromete não apenas o serviço realizado, mas a confiança na equipe técnica.

O CustomEasy é a solução ideal nesse novo cenário. Ele é desenvolvido considerando as arquiteturas mais atuais, respeitando os limites de cada módulo e oferecendo ativações mais seguras e estáveis. Em vez de “forçar” funções, a solução trabalha dentro de parâmetros mais inteligentes, reduzindo conflitos com o sistema original do veículo.

Se você atende muitos proprietários de veículos Volkswagen em seus modelos mais recentes, insistir no VCDS não é apenas uma limitação técnica, é ficar para trás em um mercado que exige atualização constante e ferramentas alinhadas à realidade dos carros modernos.

O VCDS dificulta a padronização e a escalabilidade dos serviços na loja

Outro ponto crítico — que às vezes é ignorado por quem ainda aposta no VCDS para atender seus clientes com veículos Volkswagen — é o impacto direto que essa ferramenta tem na organização interna e no crescimento da loja. 

O VCDS depende fortemente da experiência individual do operador. Cada técnico executa codificações de forma diferente, com caminhos distintos e resultados nem sempre equivalentes, o que dificulta qualquer tentativa de padronização.

Isso significa que o serviço não é facilmente replicável. Treinar novos funcionários leva mais tempo, os erros são mais frequentes e a qualidade final do serviço pode variar de acordo com quem está operando a ferramenta naquele dia. 

Além disso, o VCDS não foi pensado como uma solução comercial escalável. Não há estrutura clara de pacotes de serviços, previsibilidade de resultados ou facilidade para criar ofertas bem definidas para o cliente final. Tudo vai depender da interpretação técnica do operador, o que dificulta a construção de um portfólio claro e rentável.

O CustomEasy, ao contrário, favorece a padronização. As funções disponíveis são mais organizadas, os processos mais intuitivos e os resultados mais previsíveis. Isso permite que você crie pacotes, treine equipes com mais rapidez e ofereça uma experiência consistente a todos os clientes.

O VCDS pode causar danos ao veículo do cliente

Ao utilizar o VCDS para Volkswagen, você assume um risco significativo: o de causar danos reais ao veículo do seu cliente. 

Diferente do que muitos imaginam, o VCDS não é uma ferramenta à prova de erros. Pelo contrário, ele permite acesso profundo a módulos eletrônicos sensíveis, onde uma codificação incorreta pode gerar falhas graves.

Entre os problemas mais comuns estão o surgimento de erros permanentes no painel, desconfiguração de módulos de conforto, falhas em sistemas de segurança, perda de funções originais e a necessidade de reprogramação completa do módulo. 

Outro ponto crítico do VCDS é que um procedimento que funciona em um Volkswagen pode causar falhas em outro modelo aparentemente idêntico. Sem uma interface guiada ou validações automáticas, o risco de erro humano aumenta consideravelmente.

O CustomEasy é uma alternativa bem mais segura porque depende apenas de uma pequena ferramenta OBD e do aplicativo instalado em um smartphone ou tablet para realizar ativações avançadas, o que praticamente zera a chance de comandos indevidos.

Além disso, suas funções são pensadas para preservar a integridade dos sistemas originais do veículo, oferecendo mais tranquilidade tanto para o lojista quanto para o cliente final.

Enfim, como o VCDS já foi uma solução pioneira, é natural que muitos lojistas ainda pensem nele como uma possibilidade para oferecer a seus clientes com veículos Volkswagen. 

Durante vários anos, essa ferramenta foi praticamente sinônimo de codificação para veículos da marca. Entretanto, o mercado mudou, os carros evoluíram e as exigências dos clientes aumentaram. 

Hoje, usar o VCDS significa insistir em uma solução que já não acompanha essa nova realidade.

Se o seu objetivo é proteger o veículo do seu cliente Volkswagen, evitar o retrabalho, fortalecer a reputação da sua loja e aumentar o faturamento com serviços de alto valor agregado, a escolha mais acertada é o CustomEasy, uma tecnologia alinhada ao presente e preparada para o futuro do mercado automotivo. Para saber tudo sobre o CustomEasy, acesse a página da solução.

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